Fotografia: Cláudia Freitas Ⓒ
Que o vento leve consigo tudo o que não me acrescenta e que as estrelas me consigam alumiar e guiar a bom porto. Que o mar salgado lave a nossa alma de tudo o que nos faz mal e pesa.
Após um período menos bom e cheio de desafios e obstáculos que te colocam à prova, eis que os teus pés levam-te até à ponta da ilha. Onde ninguém habita. Onde não se avista vivalma. Lá longe... Onde o coração sossega e a alma se a quieta.
Desempoeira a tua Vida!
Respira!
Profundamente!
Inspira Amor e Expira Serenidade e Paz!
Somos todos estrelas. Temos uma luz própria. Mas a mais pura das verdades é que por vezes precisamos estar bem lá no escuro para conseguir ver a luz. É reconstruir.
Tudo o que precisas está contigo, em ti.
Vídeo: Cláudia Freitas Ⓒ
(Escrito a 07.07.2018 | Revisto a 13.09.2020)

Adorei esse ressurgimento da escrita, das palavras da alma, parece que consegue descrever os sentimentos junto com aquela brisa salgada do mar, com aqueles raios solares já fracos de uma tarde de verão. Nos conhecemos por causa de um blog, eu não poderia deixar de comentar aqui no ressurgimento. Fico aqui ávida por novas escritas automáticas da alma 😉. ( Dani)
ResponderEliminarObrigada pelas palavras gentis! Ainda bem que te identificaste de alguma forma :)
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